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 Janeiro de 2005
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História Futura 2.8
Verão/Outono de 1998

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Journal Cover aro Leitor,

A busca por Marte, mais do que por qualquer outro planeta, oferece a melhor oportunidade de resolvermos as questões da evolução paralela e da realidade de vida anterior no nosso sistema solar. Desde os primórdios da história humana, Marte tem despertado fascínio - na trama de deuses, em lenda e mistério. Até o Apóstolo Paulo, palestrando para os filósofos gregos, fez referência ao "templo" do "deus desconhecido" no Aerópago ou "monte de Marte". O planeta mais parecido com o nosso no ciclo atual, que no passado possuía vastos sistemas hidráulicos ao nível da superfície, foi há até bem pouco tempo considerado inalcançável, muito menos explorável e habitável.

As informações recentes de Marte sobre a possível descoberta de vida antepassada em interação com a Terra é tão forte e tão provocante que, de fato, os cientistas espaciais assumiram uma nova definição para "vida". O fato de a NASA, os europeus, japoneses, russos e outras organizações governamentais estarem falando em vida no tempo passado traz a todos os povos do planeta uma nova perspectiva sobre o universo em que vivemos.

A viabilidade de uma base em Marte depende de aprimoramentos mínimos na tecnologia hoje existente. Caso a NASA ou um consórcio de governos interessados na viagem espacial inicie planos sérios de uma colônia pioneira em Marte, há enormes possibilidades de que isto leve à criação de um hábitat de longa duração. A suposta existência de água em Marte já significa que será possível viver e utilizar Marte e outras reservas espaciais em benefício da Terra. Trata-se de um bom local de investigação e um ponto de partida para uma eventual exploração de minas no cinturão de asteróides, e para se abrir fronteiras ainda maiores, como a lua Europa no planeta Júpiter, que já revelou traços intrigantes de possível vida. E sempre há a possibilidade de interação com "culturas cósmicas" que percebam a nossa genuína disposição de sermos pacificadores entre as estrelas ao expandirmos a nossa civilização.

As recentes descobertas da Mars Global Surveyor (MGS) sobre a "Face de Marte" não deveriam nos dissuadir de procurar outros indícios de vida anterior nas imediações dos importantes sítios piramidais de Elysium e em outras localidades de Marte - a prova definitiva do fim de uma era exclusivamente terrestre entre nós. A civilização ocidental que hoje conhecemos e valorizamos nasceu de uma expansão, desenvolveu-se numa expansão e existe preferencialmente em um estado de dinâmica expansão ao desfrutar de recursos espaciais ilimitados como parte da sua identidade cósmica. Marte ainda convida a humanidade a vivenciar a realidade além do mito e a desenvolver a sua capacidade de entender o que os poetas gregos e romanos queriam de fato dizer quando ensinavam que somos a "progênie" dos deuses (ver Atos 17:28). Em outras palavras, a fronteira que se abre diante dos nossos olhos não é a fronteira final, mas a abertura para uma Carta Magna de reinos interligados compartilhando aquela que Cristo nos ensinou como sendo a natureza da "Casa de Muitas Moradas".

Brown Line

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Página atualizada pela última vez em 31/10/07